Soberania nacional
Portugal deve recuperar a capacidade efetiva de decidir o seu futuro. Isso exige autonomia estratégica, controlo das fronteiras, capacidade produtiva e instituições orientadas pelo interesse nacional.
ParticiparOrientações para o futuro
Pensar o país para as próximas décadas — não apenas para a próxima legislatura.

O futuro começa na capacidade de imaginar Portugal em grande.
Esta visão não pretende substituir um programa político completo. Define uma direção: um Portugal soberano, próspero, culturalmente vivo e capaz de assegurar a continuidade histórica do seu povo.
Portugal deve recuperar a capacidade efetiva de decidir o seu futuro. Isso exige autonomia estratégica, controlo das fronteiras, capacidade produtiva e instituições orientadas pelo interesse nacional.
A política demográfica deve assegurar a continuidade do povo português. Defendemos uma imigração profundamente restritiva, repatriamentos, incentivo à natalidade portuguesa e condições para que os jovens permaneçam no país e constituam família.
A prosperidade exige uma economia produtiva, trabalho valorizado e empresas nacionais fortes. Portugal deve criar riqueza, recuperar setores estratégicos e deixar de competir através de salários baixos.
A família é uma comunidade fundamental de transmissão, cuidado e continuidade. O Estado deve remover os obstáculos económicos à constituição de família e criar uma cultura favorável à natalidade e à responsabilidade entre gerações.

Uma nação transmite-se entre gerações.

Preparar pessoas é preparar o futuro.
A identidade portuguesa deve ser conhecida, vivida e transmitida. Defender a língua, a memória histórica, as tradições e as pertenças nacionais é preparar uma cultura segura de si, capaz de dialogar com o mundo sem desaparecer dentro dele.
A educação deve formar pessoas livres, competentes e conscientes da sua responsabilidade para com a comunidade. Portugal precisa de exigência, mérito, conhecimento da história nacional e formação cívica e política de qualidade.
A cooperação europeia só é legítima quando respeita a soberania, a identidade e os interesses dos povos. Portugal deve negociar sem submissão, recusar dependências prejudiciais e recuperar margem de decisão nas áreas fundamentais.
Instituições com uma base hierárquica clara, que procurem a unidade e o serviço à nação.
Procuraremos substituir as elites liberais da 3ª República e construir um país liderado pelos melhores, que ajudaremos a formar.
“Portugal deve participar no mundo, mas não pode desaparecer dentro dele.”
O futuro não se administra: prepara-se, constrói-se e transmite-se.
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