A substituição populacional
O manifesto identifica a transformação demográfica como uma questão existencial e defende a continuidade histórica, cultural e nacional do povo português.
ParticiparManifesto do Futuro Português
Um documento para compreender o diagnóstico, a missão e o futuro que queremos construir para Portugal.
O Manifesto reúne a origem do Futuro Português, os problemas que procura enfrentar e a direção política e cultural que propõe para o país.
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A origem
O Futuro Português nasce da vontade de formar novas elites políticas: pessoas capazes, conscientes do seu lugar na História e preparadas para servir única e exclusivamente o interesse nacional.
Nasce também para intervir na cultura, disputar as ideias e transformar a forma como os portugueses pensam o seu país. E nasce da convicção de que Portugal precisa de recuperar a capacidade de pensar para lá do próximo momento eleitoral.
“Não queremos apenas participar no presente. Queremos preparar o Portugal do futuro.”
Cinco obstáculos que exigem pensamento, formação e ação orientados por uma visão nacional de longo prazo.
O manifesto identifica a transformação demográfica como uma questão existencial e defende a continuidade histórica, cultural e nacional do povo português.
Portugal precisa de elites capazes, conscientes do seu lugar na História e orientadas exclusivamente pelo interesse nacional.
O documento rejeita uma visão desenraizada do indivíduo e recupera a importância da família, da comunidade, da nação e do transcendente.
A política não pode limitar-se ao próximo título de jornal ou momento eleitoral. É necessário voltar a planear Portugal para as próximas gerações.
O Futuro Português propõe disputar o campo das ideias e construir uma cultura política centrada na continuidade e na prosperidade da nação.
A direção
O manifesto transforma o diagnóstico numa direção: continuidade, liderança, soberania e transformação cultural.
Reverter a substituição populacional massivamente, legal e ilegal.
Uma nova geração de dirigentes, tecnicamente preparada, ligada ao povo e inteiramente colocada ao serviço do interesse nacional.
Portugal deve recuperar capacidade de decisão, produção e autonomia nos setores estratégicos dos quais depende o seu futuro.
O debate público deve voltar a ter como base a continuidade histórica, a identidade nacional e uma soberania da qual Portugal não abdica.
Não queremos apenas participar no presente. Queremos preparar o Portugal do futuro.E venceremos.