Acreditamos que Portugal atravessa uma das mais profundas crises da sua história contemporânea. À perda de soberania, ao declínio económico e à incapacidade de pensar o futuro juntou-se uma transformação demográfica sem precedentes, impulsionada pela imigração em massa, que ameaça a continuidade histórica do povo português. Uma nação que deixa de assegurar a continuidade do seu povo abdica, lentamente, do seu próprio futuro.
O nosso movimento nasce porque recusamos assistir a esse processo como se fosse inevitável.
Recusamos administrar a decadência. Recusamos aceitar que Portugal esteja condenado à irrelevância. Recusamos a ideia de que o futuro dos portugueses possa ser decidido pela resignação, pela demografia ou por interesses alheios ao interesse nacional. Não somos nem uma sucursal de Bruxelas nem propriedade dos senhores e donos deste projeto internacionalizante.