Carta de Princípios

Um país com memória.
Um povo com futuro.

Portugal é um povo, uma história e uma civilização construídos ao longo de quase nove séculos. Recebemos essa herança. Temos o dever de a transmitir.

Bandeira portuguesa no Castelo de São Jorge, em Lisboa
Portugal · Nação desde 1143

Uma visão para Portugal

SoberaniaContinuidadeFuturo
Rita Matias e Alexandre Sousa, fundadores do Futuro Português
Futuro Português · Lançamento oficial

Quem somos

Os fundadores

Alexandre Sousa e Rita Matias são os fundadores do movimento Futuro Português.

01

Alexandre Sousa

Fundador

02

Rita Matias

Fundadora

O que defendemos

Carta de
Princípios

Um projeto nacional pensado para décadas — assente na soberania, na prosperidade e na continuidade histórica de Portugal.

01

Uma herança a transmitir

Portugal não é apenas um território nem uma mera administração. Portugal é uma das mais antigas nações da Europa. É um povo, uma história e uma civilização construídos ao longo de quase nove séculos por sucessivas gerações de portugueses.

Recebemos essa herança. Temos o dever de a transmitir.

02

A crise que recusamos

Acreditamos que Portugal atravessa uma das mais profundas crises da sua história contemporânea. À perda de soberania, ao declínio económico e à incapacidade de pensar o futuro juntou-se uma transformação demográfica sem precedentes, impulsionada pela imigração em massa, que ameaça a continuidade histórica do povo português. Uma nação que deixa de assegurar a continuidade do seu povo abdica, lentamente, do seu próprio futuro.

O nosso movimento nasce porque recusamos assistir a esse processo como se fosse inevitável.

Recusamos administrar a decadência. Recusamos aceitar que Portugal esteja condenado à irrelevância. Recusamos a ideia de que o futuro dos portugueses possa ser decidido pela resignação, pela demografia ou por interesses alheios ao interesse nacional. Não somos nem uma sucursal de Bruxelas nem propriedade dos senhores e donos deste projeto internacionalizante.

03

Um novo ciclo

Queremos abrir um novo ciclo da história portuguesa.

Defendemos um projeto nacional pensado para décadas e não para legislaturas. Um projeto capaz de devolver a Portugal a soberania, a prosperidade, a ambição e a confiança necessárias para voltar a decidir o seu próprio destino.

04

Continuidade e soberania

Defendemos um Portugal português. Entendemos que uma nação tem o direito de assegurar a continuidade do seu povo, da sua identidade histórica e da sua cultura. Rejeitamos políticas que promovam uma transformação demográfica do país. Defendemos uma política migratória profundamente restritiva e repatriamentos em massa como instrumentos indispensáveis para restaurar a continuidade demográfica do povo português.

A soberania não é um objetivo secundário, é a condição de toda a liberdade política. Um povo que não decide por si próprio deixa, inevitavelmente, de decidir o seu futuro.

05

Ambição, não nostalgia

O nosso nacionalismo não nasce da nostalgia. Nasce da ambição. Não procuramos regressar ao passado, por muito que ele nos orgulhe. Procuramos construir um futuro digno da história de Portugal. Acreditamos que cada geração tem o dever de entregar aos seus filhos um país mais forte, mais livre e mais unido do que aquele que recebeu.

Queremos um Portugal que volte a pensar grande. Um Portugal que recupere a confiança em si próprio. Um Portugal que assuma, sem complexos, o direito de existir como uma nação livre, soberana, próspera e fiel à continuidade do povo português. Um Portugal português.

É para esse futuro que este movimento trabalha.

A soberania não é um objetivo secundário,
é a condição de toda a liberdade política.

A mensagem

Portugal volta
a pensar grande.

Uma visão de soberania, ambição e futuro para o povo português.